Dos olhos corre a água do Mondego
Os cabelos parecem os choupais
Inês! Inês! Rainha sem sossego
Dum rei que por amor não pode mais.
Amor imenso que também é cego
Amo que torna os homens imortais.
Inês! Inês! Distância a que não chego
Mostra tão cedo por viver demais.
Os teus gestos são verdes os teus braços
São gaivotas poisadas no regaço
Dum mar azul turquesa intemporal.
As andorinhas seguem os teus passos
E tu morrendo com os olhos baços
Inês! Inês! Inês de Portugal - José Carlos Ary dos Santos
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segunda-feira, 1 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Os mais belos versos a Inês II
Inês morreu e nem se defendeu
Da morte com as asas da andorinha
Pois diminuta era a morte que esperava
Aquela que de amor morria cada dia. - Ruy Belo
Da morte com as asas da andorinha
Pois diminuta era a morte que esperava
Aquela que de amor morria cada dia. - Ruy Belo
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